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Rotina, memória e vínculo

Uma ferramenta para quem vive com Alzheimer — e para a família ao lado

O ReMind usa as fotos, os nomes e as vozes da própria família para dar autonomia no dia a dia e para estimular a mente com atividades baseadas em terapia de estimulação cognitiva e reminiscência. Não é só lembrar da hora do remédio: é manter conversa, reconhecimento e história vivos.

ReMind

ReMind

Memórias. Conexão. Cuidado.

O que o ReMind faz

Duas frentes que andam juntas: independência na rotina para quem vive com a doença, e apoio para a família que cuida junto.

Mais autonomia na rotina

A rotina aparece um passo por vez, com um rosto conhecido e uma voz familiar. A pessoa faz por si mesma o que ainda consegue fazer — com apoio, não no lugar dela.

Estimulação da mente todos os dias

Jogos de reconhecimento com nomes, rostos e lugares da própria vida. É a lógica da terapia de estimulação cognitiva e da reminiscência, com o material que só a família tem.

Conversa e vínculo, não só tarefa

Cada foto abre uma história. Netos, irmãos e primos contribuem com áudios e legendas, e a pessoa recebe presença — mesmo de quem mora longe.

Tranquilidade para quem cuida

Os passos confirmados aparecem no celular da família. Menos cobrança e menos conflito no dia, mais tempo de convivência de qualidade.

Por que isso ajuda: o que os estudos mostram

O ReMind não inventa uma terapia. Ele leva para o celular duas abordagens não farmacológicas já estudadas na demência, usando material pessoalmente significativo.

Estimulação cognitiva melhora cognição e qualidade de vida

Revisão Cochrane de estudos randomizados encontra benefício consistente em cognição na demência leve a moderada, com efeitos também em qualidade de vida e comunicação.

Woods et al., Cochrane Database of Systematic Reviews

Reminiscência com material familiar melhora humor e comunicação

Falar sobre pessoas, lugares e eventos do passado usando fotos e objetos conhecidos mostra efeitos positivos em qualidade de vida, humor e comunicação.

Woods et al., Cochrane Database of Systematic Reviews

Diretriz clínica recomenda estimulação cognitiva

A diretriz NG97 do NICE recomenda oferecer terapia de estimulação cognitiva a pessoas com demência leve a moderada, junto com atividades personalizadas de acordo com a história de vida.

NICE guideline NG97

O ReMind é tecnologia assistiva, não é dispositivo médico. Ele não trata, não cura e não reverte o declínio cognitivo, e não substitui acompanhamento profissional.

A demência no Brasil, em números

de famílias brasileiras afetadas hoje
2 milhõesde famílias brasileiras afetadas hoje
de custo anual estimado com demência
R$ 96,7 bide custo anual estimado com demência
desse custo é indireto, absorvido pelas famílias
73%desse custo é indireto, absorvido pelas famíliasHospital Alemão Oswaldo Cruz, 2025

O que é o ReMind

Um aplicativo totalmente online em que a família monta uma biblioteca privada de memórias — nomes, fotos, lugares, histórias e áudios. O ReMind usa esse material para criar lembretes com rosto conhecido, roteiros passo a passo para tarefas do dia e jogos de memória que falam da vida real da pessoa, e não de figuras genéricas.

Rotina com sentido

Tarefas simples divididas em passos, com fotos e voz de quem a pessoa reconhece.

Jogos personalizados

Quem é esta pessoa? Onde é este lugar? O conteúdo vem da própria família.

Família junto

Vários parentes contribuem com memórias e acompanham o progresso à distância.

Explore o projeto

Onde está a vantagem do ReMind

Jogo com foto pessoal não é mais diferencial: o Memory Lane Games já faz isso bem. A vantagem do ReMind está em quatro pontos que os outros não resolvem.

O lembrete chega onde a família já vive

O aviso não fica preso dentro de um aplicativo que ninguém abre. Ele chega pelo WhatsApp, como uma mensagem normal de um contato conhecido, com foto, legenda e áudio.

Muitos parentes constroem a biblioteca juntos

Um link enviado no grupo da família basta: primo, neto ou vizinha adicionam uma foto e um áudio sem baixar nada e sem criar conta.

O preço divide como a família divide

O custo do cuidado no Brasil é rateado entre irmãos. O plano Família divide a assinatura entre até cinco parentes, cada um pagando a sua parte automaticamente.

O produto acompanha a doença

Conforme a demência avança, os jogos viram reconhecimento, a rotina encolhe para um ou dois passos e o foco muda para voz e imagem familiar. Ele não fica inutilizável no ano seguinte.

Comparação direta

CritérioMemory Lane GamesMindMateApps de lembrete genéricosReMind
Funciona sem a pessoa instalar nadaNão: exige o app instalado e abertoNão: exige o app instaladoNão: exige app e configuraçãoSim: o lembrete chega por WhatsApp de um contato conhecido
Entrega pelo WhatsAppNãoNãoNãoCanal principal: foto, legenda e áudio como mensagem
Fotos pessoais nos jogosSim — é a proposta delesNão: jogos padronizadosNãoSim, com rostos, lugares e histórias da família
Vários parentes contribuindo sem atritoLimitado, exige contaNãoNão: conta individualLink de contribuição sem cadastro nem download
Adaptação ao estágio da doençaNãoNãoNãoModos Inicial, Moderado e Avançado
Idioma, moeda e forma de pagarInglês, moeda estrangeira, um pagadorInglês, moeda estrangeira, um pagadorPortuguês, sem foco em demênciaPortuguês do Brasil, em reais, divisível entre cinco parentes

Para clínicas e ILPIs

Instituições de longa permanência e centros-dia usam o ReMind com vários residentes ao mesmo tempo. A cobrança é por residente por mês, e cada residente tem o próprio link de contribuição para a família de fora.

Painel compartilhado da equipe

Cuidadores, técnicos e coordenação veem a mesma rotina e o mesmo histórico, com registro de quem confirmou o quê.

Vários perfis de residente

Cada residente tem a própria biblioteca, o próprio estágio e a própria rotina, sem misturar acervos.

Link por residente

A família que mora longe contribui com fotos e áudios direto para o perfil do residente, sem passar pela recepção.

A partir de R$ 19 por residente por mês, com desconto por volume acima de 30 residentes.

Falar sobre o plano Instituições

Como chegamos às famílias

O cliente não é a pessoa que vive com demência. É o filho ou a filha adulta que coordena o cuidado, normalmente entre 40 e 60 anos, que instala o aplicativo, cadastra as memórias e paga a assinatura.

Clínicas de geriatria e neurologia

Um cartão de indicação entregue no momento do diagnóstico, quando a família acabou de receber a notícia e está procurando o que fazer a seguir. É o canal mais barato e o de maior intenção.

Comunidades de cuidadores

Núcleos da ABRAz, grupos de WhatsApp de familiares e fóruns de cuidadores, onde a recomendação vem de quem já vive a mesma rotina.

Conteúdo em português

Textos e vídeos práticos sobre como organizar a rotina diária de alguém com demência, que atraem exatamente quem já está procurando solução.

Perfil do cliente: adulto de 40 a 60 anos coordenando o cuidado de um pai, mãe ou avô.

Próximos passos

O que vem depois do protótipo, na ordem em que resolve os problemas mais caros primeiro.

  1. Meses 1 a 3Em preparação

    Beta fechado com dez famílias

    Dez famílias reais usando o produto, com lembretes entregues por WhatsApp e links de contribuição abertos para os parentes de fora.

  2. Meses 4 a 6Planejado

    Adaptação por estágio, conta dividida e primeiras parcerias

    Modos Inicial, Moderado e Avançado; divisão da assinatura entre até cinco parentes; primeiras parcerias com clínicas de geriatria e ILPIs, o canal de aquisição mais barato.

  3. Meses 7 a 12Planejado

    Livro de memórias, painel institucional e guias

    Exportação do acervo em livro impresso, painel para instituições com vários residentes e a biblioteca de guias em português para cuidadores.

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